Imagine a criança mais atentada que você já tenha conhecido. Okay. Vizualizou? Agora adicione a ele uma pitada de “Dennis o pimentinha” e uma dosagem de Macaulay Culkin em “Esqueçeram de mim”. Pronto aí está eu. Coitada da minha mãe, sofreu muito comigo. Rs
Devido a forte personalidade, minha infância e adolescência nunca foram regradas. Aliás, até foram, porém, eram as minhas regras: “ My world, my life, my rules”. Introspectivo e análista desde o berço, a ótica da minha vida era voltada sempre para o quê eu penso, o quê eu sinto, o quê me importa. Tudo deveria passar pelo meu crivo.Nunca gostei( e ainda não gosto) de escutar a palavra com ene-a-ó-til. Não bastava(e ainda não basta) me dizer apenas “não”, tinha que dizer a razão, motivo e circunstância, tinha que me convencer. Coisa que nunca foi fácil. Teimoso e argumentativo, esse é um jogo que adoro jogar, contudo, odeio perder. Teimoso? Sim, sempre. Mas hoje em dia nem tanto pois : “Manda quem pode e obedeçe que tem juízo”. E um pouco de juízo eu já tenho.
Ao contrário do que muitos pensam, a questão nunca foi “não respeitar” ou “não ser obediente”, mas sim “nao concordo, penso diferente”. Nunca faço o quê eu acho errado, assim como nunca fiz e não deixo de fazer o quê acho certo, pensem o quê pensarem, gostem ou não, é indiferente. Coitada da minha mãe e do meu pai de novo, nunca escutei os avisos, ordens ou conselhos. Ruim por um lado, mas por outro, como exemplo, eu nunca fumei maconha, pois simplesmente nunca tive interesse. Nunca fiz mal a ninguém, nem nunca agredi alguém, pois não é da minha índole. Nunca fui á micareta, pois nunca tive vontade. Nunca fui de iludir ou mentir pra ninguém, pois vai contra meus conceitos e concepções de vida. Ou seja, o filho desobediente, nada mais era do que um garoto de forte pesonalidade e um excelente caráter. Sempre dicidido, sempre convicto do que quero, nunca fui na onda de ninguém. Hiperativo, inquieto, implicante e ancioso por natureza. O 1° a fazer merda, mas o primeiro a assumir, colocando minha cara á tapa e assumindo as consequências. O 1° a tacar o giz na sala de aula, mas o único a levantar, assumir a paticipação e ir parar na coordenação. Sabe, confesso que certos conselhos eu deveria ter seguido, mas há males na vida que vem para o bem. O meu jeito errante e aventureiro, me fez consequentemente aprender muito nessa vida, valorizo muito esse aprendizado e não voltaria atrás em nada. Óbviamente, tenho muito a errar, muito a aprender ainda, mas sempre errando com dignidade e acertando com convicção.
Este é meu mundo, esta é minha vida, nela eu faço minhas regras. ( aii falando pareceu até comercial do nextel né??rs). Impreterivelmente faço aquilo que quero, se bem que, as vezes isso muda. Certas coisas podem mudar a vida de um homem, mas isto é assunto para outro post.
sexta-feira, 15 de maio de 2009
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Eu sou a mae orgulhosa deste bendito filho.. que lutei muito para ter... enfim foram 04 anos de tentativas e tratamentos dolorosos e sofridos.. e
ResponderExcluirfui abençoada com este maravilhoso filho e... na revisao de parto dele, fui novamente abençoada, estavba grávida novamente..ele tinha apenas poucos meses.. e fui mae de uma abençoada filha querida... filha que sempre quiz ter.... sempre sonheiem ter uma menina... sou uma mulher feliz e realizada.